Sindivapa - Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Vale do Paraíba e Litoral Norte

Sindicato das Empresas de Transporte
de Cargas no Vale do Paraíba e Litoral Norte

A COMJOVEM NÚCLEO DO VALE DO PARAÍBA representada pela sua Coordenadora Mariana Teixeira Varajão juntamente com outros núcleos da Comjovem Nacional participaram do CONET.

Fonte: NTC - SINDIVAPA

11.02.2019

 A COMJOVEM NUCLEO DO VALE DO PARAIBA - SINDIVAPA representada pela sua Coordenadora Mariana Teixeira Varajão ( Transportadora Teixeira e Varajão/Taubaté) juntamente com outros núcleos da Comjovem Nacional participaram do CONET , a reunião Intersindical que debate assuntos de interesse do TRC, após essa reunião a NTC emite um comunicado sobre o setor, o qual destacamos abaixo:

 

 

Comunicado CONET de fevereiro de 2019

 

 

Estudos do DECOPE indicam que o TRC começa a sair da crise, mas a esperada recuperação do valor do frete rodoviário de carga ainda não veio

 

Seguindo a sistemática de apuração semestral de índices de variação de fretes do segmento transportador rodoviário de cargas, a pesquisa realizada pelo DECOPE/NTC no mês de janeiro último aponta para uma defasagem média de 13,0%, sendo de 9,6% nas operações com transporte de cargas fracionadas e de 15,5% nas com cargas lotações.

 

Outro dado que continua preocupando, é a falta do recebimento dos demais componentes tarifários, tais como frete-valor e GRIS. E, ainda, verifica-se que muitos usuários não remuneram adequadamente o transportador com relação a outros custos e serviços adicionais não contemplados nas tarifas normais. Enquadram-se nesta categoria, por exemplo: a cobrança da EMEX para o estado do Rio de Janeiro, a TRT para as regiões que possuem restrição a circulação de caminhões, os serviços de paletização e guarda/permanência de mercadorias, o uso de escoltas e planos de gerenciamento de riscos customizados, o uso de veículos dedicados, dentre outros.

 

É importante realçar que muitas vezes os custos com esses serviços são superiores ao próprio frete, daí porque trata-se de situação injusta, que precisa ser resolvida pelo mercado.

 

Finalizando, é oportuno lembrar que estamos novamente próximos de um período de crescimento da economia, onde as demandas crescem e os gargalos logísticos se estreitam, razão pela qual, o alerta continua visando a preservação da saúde financeira da empresa e a recomposição da defasagem, configura-se a necessidade de que contratantes e transportadores encontrem o equilíbrio em suas relações comerciais como forma de manter a regularidade em suas operações.

 

João Pessoa/PB, 07 de fevereiro de 2019.

Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística

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